Quarteto de Ferro

Quarteto de Ferro

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Começando bem !!!

 Primeiro post do blog meu povo !!! Antes de mais nada, devo agradecimentos especiais a quem esteve do meu lado e me apoiou na criação deste blog. Primeiramente, ao meu Deus que faz com que tudo seja possível de acordo com a vontade dEle, e em segundo, sinto que devo agradecer ao grande parceiro Moisés de Camargo, que me indicou a criação do Jogada Ensaiada ! Que Deus te abençôe, amigo !
  Agora sim ! Meu primeiro post vem cheio de luxo e glamour ... Vou dar o meu panorama sobre as semifinais do Paulistão(campeonato estadual mais charmoso do Brasil no meu ver). Tivemos um final de semana com dois clássicos de tirar o fôlego do torcedor: São Paulo x Santos, no sábado(30), e Palmeiras x Corinthians, no domingo(1).
 O San-São de sábado apresentou um resultado final espantoso para alguns, mas uma maioria dos bons entendedores de futebol que vinham acompanhando a semana tricolor já tinha uma ideia do que viria a acontecer no clássico ... O São Paulo tem a mente nos últimos tempos voltada para a Copa do Brasil, valorizando muito o torneio que garante vaga na Libertadores-12. Já o Santos tem o Muricy, que está buscando afirmação (se é que precisa) dentro da equipe, que ultimamente joga com o time considerado o titular ideal pela grande maioria (por mim também). Fato é que o Santos jogou muito mais futebol, encontrou um São Paulo "desanimado" pelo caminho. Os gols vieram de dois erros básicos da zaga tricolor. Vale ressaltar aqui a grande visão de jogo do Sr. PHGanso, que mostrou mais uma vez que merece seleção, tendo participação de gala nos dois gols do peixe.
 O Dérby desse domingo foi quente ! Expulsões logo no início prejudicaram todo um planejamento que o Palmeiras tinha para a partida. O zagueirão Danilo perdeu a cabeça logo aos 24 do primeiro tempo. Instantes depois foi a vez do técnico Scolari "ir pro chuveiro" mais cedo. Isso tudo depois do Valdivia sair lesionado após um chute no vácuo e antes do lateral/ala Cicinho sair também lesionado, sentindo a coxa. Por mais incrível que pareça, o Palmeiras continuou mandando no jogo, tendo desvantagem apenas no número de jogadores e na posse de bola, que foi valorizada pelo timão a partir da vantagem numérica de jogadores. Os jogadores do Palmeiras ficaram claramente tomados pela cabeça quente até o final do 1° tempo. O segundo tempo começou mais tranquilo, e para a surpresa de todos, aos 7 da segunda etapa, o Palmeiras abriu o placar com o substituto de Valdívia, Leandro Amaro. O zagueiro acertou a cabeça após cobrança de escanteio feita pelo Marcos Assunção. O Corinthians, quase que obviamente, foi pro ataque. Depois de alguns sustos na área de Deola, o timão arrancou o empate. Willian, aos 19 da segunda etapa, fez um gol polêmico após cobrança de escanteio de Jorge Henrique. Ao final do jogo, os penaltys terminaram por decidir o adversário do Santos na final do estadual. Depois de 5x5 nas cobranças principais, o jogo se estendeu às cobranças alternadas. Logo na primeira alternada pelo verdão, o jovem João Vitor não teve sorte o suficiente para marcar, e Júlio César fez seu nome no jogo. Na cobrança corintiana, Ramírez não desperdicou, e colocou o timão em mais uma final de estadual.
 Não é clubismo, mas cá pra nós, o Palmeiras hoje deu uma aula de como jogar futebol com um jogador a menos, como resistir a pressão e como pressionar sendo pressionado.
 Vou deixar pro próximo post pra falar sobre a escolha da Federação ao escalar o árbitro Paulo César de Oliveira, até onde isso é certo, e a partir de quando foi uma decisão equivocada. Hoje fico por aqui, boa noite e fiquem com Deus !

Um comentário:

  1. KKKKKKKKK
    Muito bom seu post cara!
    Que continue assim, e de tudo certo pro seu blog irmão !!
    Apenas lhe peço para que não seja imparcial tratando os rivais do seu clube com desdem e valorizando o time do Palmeiras, que a muitos anos não arrumo nada.
    Não é criticando, mas apenas dando uma sugestão!

    Parabéns mano!!
    Cruzeiro - Tão combatido, jamais vencido!
    JULIO CEZAR

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